segunda-feira, 10 de março de 2014

AEE – Pessoa com Surdez (PS)

AEE – Pessoa com Surdez (PS)
        A negação de preceitos importantes como a legitimidade da Língua de Sinais, reafirma preconceitos que são vigentes em sociedade. A normalização através da valorização de estereótipos faz com que ainda nos dias de hoje, profissionais e espaços educacionais continuem centrados nos modelos de ensino onde o oralismo é o primeiro meio de comunicação. Negando a legitimação de Libras como essencial para o desenvolvimento social e cognitivo das pessoas com surdez, conforme Damázio.
          Todo aluno precisa ser atendido independente de sua condição. Não pode haver entraves para que ocorra aprendizagem. A inclusão é o acolhimento do ser humano. Precisa romper fronteiras, quebrar preconceitos e dar a todos irrestritas possibilidades educacionais e sociais, conforme Alvez, Ferreira e Damázio (2010).
Ainda segundo os mesmos autores, a PS precisa de um ambiente educacional que a estimule, desafie e exercite a sua capacidade perceptivo-cognitiva. O conhecimento de Libras, por si só, não garante uma aprendizagem significativa. O ambiente escolar precisa provocar a capacidade representativa da PS para que haja o desenvolvimento do pensamento, da linguagem e da produção de sentidos.
         Para Alvez, Ferreira e Damázio (2010):
“...a urgência de deflagrarmos iniciativas que descontruam os modelos conservadores  da escola comum, para gestarmos formas de fazer uma educação escolar inclusiva pautada no reconhecimento e valorização das diferenças” (p.22),
mostra uma efetiva e coerente educação escolar inclusiva de alunos que são surdos na escola comum.
          O AEE para promover o acesso do aluno com surdez ao ambiente inclusivo de aprendizagem passa por três atendimentos: AEE em Libras, o AEE de Libras e o AEE de Língua Portuguesa. As atividades desenvolvidas no AEE serão complementares e em contra turno escolar.


          O AEE em Libras é a articulação entre o atendimento educacional especializado e o ensino comum. O professor do AEE retoma ideias essenciais dos ensinamentos se sala de aula. O trabalho será realizado em Libras, com muitos materiais com estímulos visuais e concretos. O atendimento contribui para que o aluno surdo compreenda o que é ministrado pelo professor em aula e possa interagir com seus colegas.
          O AEE em Libras proporcionará ao aluno surdo à possibilidade de formar ideias, a partir de questionamentos com vistas à construção de conhecimentos.

Os alunos e o professor em Libras, na sala multifuncional trabalham juntos a uma maquete.

          O AEE de Libras é o ensino da língua de sinais para o aluno surdo. O professor será preferencialmente surdo. O planejamento do professor de Libras será baseado no diagnóstico do aluno, para saber em qual estágio ele se encontra.
          A língua de sinais é natural e complexa que utiliza o canal visual-espacial, articulação das mãos, e expressões faciais e do corpo, para estabelecer sua estrutura. É composta dos aspectos linguísticos: fonológico, morfológico, sintático e semântico.

A professora de Libras apresenta um painel com fotos de cidade e o aluno explica através da língua de sinais. No quadro verde há mais fotos de cidade e fazenda.

          O AEE de Língua Portuguesa é específico do ensino do português escrito realizado por um profissional habilitado na área.
          A apropriação da Língua Portuguesa escrita precisa de atividades e reflexão sobre o seu uso. O conhecimento da gramática normativa amplia o desempenho linguístico.
          O português escrito (PE) para o surdo, numa perspectiva inclusiva, será produtivo quando for concebido: língua e linguagem como processo de interação e utilizável nas práticas sociais.
          O ensino da Língua Portuguesa iniciada pelo processo de letramento irá desenvolver e aperfeiçoar a língua, nas várias práticas sociais e levará o indivíduo a se apropriar da escrita. Com o conhecimento da língua através da reflexão permitirá ao aluno conhecer e usar a gramática e produzir vários gêneros textuais, ampliando seu desempenho linguístico, de acordo com Alvez, Ferreira e Damázio (2010).

A professora de Língua Portuguesa utiliza um livro com imagens para explorar conceitos com seu aluno surdo.

Referências:
ALVES, Carla Barbosa, FERREIRA, Josimário de Paula e DAMÁSIO, Mirlene Macedo. A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: abordagem bilíngue na escolarização de pessoas com surdez. Brasília: Ministério da Educação Especial: ( Fortaleza): Universidade Federal do Ceará, 2010.

DAMÁSIO, Mirlene Ferreira Macedo. Educação Escolar da Pessoa com Surdez: uma rápida contextualização histórica.

domingo, 1 de dezembro de 2013

Audiodescrição: ver com palavras


O que é audiodescrição


O recurso consiste na descrição clara e objetiva de todas as informações que compreendemos visualmente e que não estão contidas nos diálogos, como, por exemplo, expressões faciais e corporais que comuniquem algo, informações sobre o ambiente, figurinos, efeitos especiais, mudanças de tempo e espaço, além da leitura de créditos, títulos e qualquer informação escrita na tela.

A audiodescrição permite que o usuário receba a informação contida na imagem ao mesmo tempo em que esta aparece, possibilitando que a pessoa desfrute integralmente da obra, seguindo a trama e captando a subjetividade da narrativa, da mesma forma que alguém que enxerga.

As descrições acontecem nos espaços entre os diálogos e nas pausas entre as informações sonoras do filme ou espetáculo, nunca se sobrepondo ao conteúdo sonoro relevante, de forma que a informação audiodescrita se harmoniza com os sons do filme.

 

VER COM PALAVRAS

Lívia Maria Villela de Mello Motta

 

Quem audiodescreve vê com palavras.

Vê, observa, registra,

Transforma imagens em palavras...

Para quem não enxerga poder

Peça, filme, desenho,

Até ópera assistir...

E ver com palavras

O que a imagem quer mostrar.

Quem não enxerga

Pode saber que o moço está de preto

E a moça de amarelo...

Que o homem de barbas grisalhas

Entrou e o pacote sobre a mesa colocou...

O que, quem, como, onde e quando

Ganham cores e formas.

As palavras vão chegando

E o entendimento completando.

Um vê, o outro escuta,

E com palavras podem enxergar,

Abrir a janela e espiar...

Cultura e informação acessar.

Quem audiodescreve vê com palavras

E quem assiste também vê com palavras.



 
 
Fonte: http://www.cartuns.com.br
Legenda: cartum de Zero: Gerente de Informática.
Descrição: o cartum de Zero mostra dois funcionários de meia idade, de óculos, meio calvos, usando gravatas olhando para um bebê com macacão azul de bolinhas amarelas, chupeta na boca, em pé em um banquinho e usando o computador sobre mesa de trabalho. No chão, uma mamadeira. Um dos funcionários diz olhando para o bebê: E aqui nós temos o Gerente, responsável pelo departamento de informática.
 Descrição de tira cômica


Q1 – Mafalda debruçada sobre o livro, com a mão segurando o rosto, lê: Ema vê a mesa da sala de estar.
Q2 – Mafalda vira-se para o lado e pergunta: Mamãe, o que é sala de estar?
Q3 – Sentada à mesa, com as mãos sobre o livro, ela escuta a resposta: É living. Ela responde: Ah, bom!
Q4 – Mafalda, com a testa franzida e debruçada sobre o livro e a mão segurando o rosto, reclama: Afinal, por que eles não escrevem esses livros na língua da gente?
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

O trabalho com histórias em quadrinhos pode ser desenvolvido com todos os alunos, aproveitando os diversos tipos de leitura para incentivar o hábito de ler e também de ouvir com atenção. Com o desenvolvimento da leitura o aluno vai se tornando um ser autônomo com possibilidades de crescer e também de usar da leitura para se apropriar de conceitos como o de ter boas maneiras e ser educado.

 

domingo, 20 de outubro de 2013

Boardmaker


“Boardmaker” – Board= prancha e maker = produtor

 

 

É um programa de computador desenvolvido de forma específica para criação de PCS e muitas ferramentas que permitem a construção de recursos de comunicação personalizados de atividades educacionais, recreativas e de comunicação.

Associado ao programa “Speaking Dynamically Pro” que tem por significado “falar dinamicamente” tornaram-se uma importante ferramenta para a construção de pranchas de comunicação.

Uma das características mais importantes deste software é a sua acessibilidade, podendo ser acionadas suas teclas por meio de varredura e acionadores.

Atividades educacionais:

O professor do AEE construirá recursos de acessibilidade de acordo com o planejamento do professor de sala de aula. Também irá ensinar estratégias de utilização dos recursos pelo aluno, por seu professor, colegas e família. Com todos utilizando as ferramentas de acessibilidade terão um entendimento maior dos recursos e de suas possibilidades.

Exemplos de atividades com o Boardmaker:

Atividades escolares:

 

De acordo com o plano de ensino do professor da sala de aula, o aluno poderá indicar animais, vegetais e minerais.


 






 
 
 
Outra atividade pode ser sobre temas de igualdade e diferença:
 
 
 
 
 


Textos com símbolos:

Os textos com uma relação entre símbolos e signos auxiliam na alfabetização dos alunos com deficiência intelectual e de surdos. Através das imagens os alunos podem construir textos com significados.

Outros exemplos que podemos utilizar na alfabetização:
 


 



Outra atividade que se pode criar são receitas culinárias:



Muitas atividades podem ser criadas através de pranchas do Boardmaker como calendários, livros didáticos, de histórias, agendas, atividades diárias entre outras.

 
Podem ser representados por símbolos atividades como: tomar banho, escovar os dentes, pegar a mochila, ir à escola de ônibus. Além de mostrar uma sequência de fatos há também o de atividades.
 
O Boardmaker é uma ferramenta que permite a construção de recursos de comunicação e aprendizado para o aluno desenvolver suas potencialidades.
O professor do AEE irá disponibilizar recursos pedagógicos de forma a garantir a acessibilidade, comunicação e participação do aluno em todos os contextos. Através destes recursos o aluno poderá realizar a comunicação favorecendo seu crescimento educacional. A comunicação leva ao aumento da autonomia do educando.
 
SARTORETTO, Mara Lúcia e BERCH,Rita. Assistiva – Tecnologia e educação. 2013.
 


 

domingo, 8 de setembro de 2013

Comunicação Alternativa


Comunicação Alternativa



Foto do V Congresso de Comunicação Alternativa – Set/ 2013 – Gramado - RS

 

Comunicação Alternativa- CA

Ao se utilizar da imagem para a representação de mensagens, através de símbolos gráficos, a comunicação alternativa pode criar várias categorias para passar informação. Pode comunicar sentimentos, cumprimentos, expressões, sujeitos, verbos, substantivos, adjetivos entre outros. Para que a comunicação se estabeleça os cartões são diferenciados por bordas coloridas, para que ao se visualizar a figura, possa diferenciar as categorias gramaticais, segundo Sartoretto e Bersch.



Foto do V Congresso de Comunicação Alternativa – Set/ 2013 – Gramado - RS

 

Prancha de comunicação:

Com figuras, fotos ou símbolos compondo uma página e a soma de várias pranchas de comunicação, relacionadas faz um tema específico, com exemplos: animais, sentimentos, letras, símbolos...

Símbolos gráficos:

É um conjunto de figuras gráficas que tem características em comum. Os mais importantes são: PCS, Blissymbols, Rebus, PIC e Picsyms.

 

PCS – Picture Communication Symbols, traduzido por Símbolos de comunicação Pictórica, criada por Roxanna Mayer Johnson. Possui como característica ter o desenho simples e claro, de fácil reconhecimento. Sendo construído conforme as especificidades do sujeito, relatado por Sartoretto e Bersh .

Boadrnaker:

É um software com programa que foi desenvolvido especificamente para o computador. Os materiais produzidos serão de ferramentas fáceis de usar e que dão a possibilidades de uma criação de atividade.

Acionadores:

São recursos que promovem a acessibilidade tanto no comunicador quanto em outras atividades. Tem como função única do clique que ao ser acionado vai gerar um comando do usuário. É a forma mais simples para que o individuo possa interagir com o computador.

 

Vocalizador:



Foto do V Congresso de Comunicação Alternativa – Set/ 2013 – Gramado - RS

Através deste recurso eletrônico de gravação e de reprodução é possível a comunicação das pessoas na vida diária. Com o vocalizador o individuo poderá expressar suas vontades, suas necessidades e sentimentos. As imagens e palavras são colocadas no vocalizador e são acessadas por teclas, que ao serem acionadas a mensagem será disponibilizada.

 Acionadores de pressão e os de tração:

Através dos acionadores o computador interpretará o comando do usuário. É a forma mais simples de haver interação com o computador, sendo muito importante para a Comunicação Alternativa (CA).

 

Livros de símbolos:



A escrita com símbolos é feita com a ferramenta “Simbolar”, que facilita o aprendizado, favorecendo a relação símbolos e signos. Desta forma o aluno amplia o seu repertório de símbolos gráficos.

 

Livros de atividades:



 

Foto do V Congresso de Comunicação Alternativa – Set/ 2013 – Gramado - RS

 

Através do Boardmaker, serão construídos os livros de atividades para que o aluno possa usar em sala de aula. Nele serão incluídas as atividades previstas no currículo escolar. As atividades serão respondidas através de símbolos móveis. O aluno irá destacar e colar a resposta correspondente ao questionamento.

Referências:

 BOCK, Geisa e BERSCH, Rita. O AEE na Deficiência Física: formação de redes e atribuições dos parceiros.

SARTORETTO. Mara Lúcia e BERCH, Rita. CAA.

 

 






segunda-feira, 5 de agosto de 2013

O trabalho do professor do AEE na SRM


O trabalho do professor do AEE em SRM

 

O professor especialista no Atendimento Educacional Especializado- AEE, tem formação específica para atender na Sala de Recursos Multifuncionais - SRM, de forma a atender os objetivos da especial na visão da educação inclusiva. A especialização se dá através de cursos de formação continuada, de aperfeiçoamento ou pós-graduação.

O papel do professor do AEE, na escola, em SRM, visa assegurar o atendimento do aluno de forma a complementar ou suplementar a sua formação. É realizado na própria escola de origem do educando, ou na mais próxima, no turno oposto ao do ensino regular.

Sua população alvo são os alunos com deficiência, aqueles que são impedidos ao longo prazo na forma física, intelectual ou sensorial. Os alunos com transtornos globais do desenvolvimento, que tem alterações qualitativas das interações sociais e recíprocas e na comunicação, com atividades e interesses restritos, estereotipados e repetitivos. São exemplos: os autistas, os portadores de síndromes do espectro do autismo e psicose infantil. Também, são pertencentes ao grupo alvo, os alunos com altas habilidades e/ ou superdotação, que demonstram alto potencial intelectual, em uma ou mais áreas do conhecimento, conforme estabelecido na Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva e no Decreto nº 6.571/2008.

O Projeto Político Pedagógico da escola deve contemplar a oferta do AEE.  Nele devem constar a organização e recursos para o AEE, à sala de recursos multifuncionais; a indicação do professor para o atendimento e como ocorrerá a sua articulação com os demais colegas; a dupla matrícula dos alunos da SRM, para fins de obter recursos específicos para a sala, conforme artigo 4º, do Decreto nº 7.611/2011; a aquisição de equipamentos; o intercâmbio entre os diversos setores da comunidade e profissionais com a finalidade de apoio e articulação, de maneira interna ou externa à escola.

Como o PPP define os fundamentos da estrutura escolar. É importante que seus propósitos sejam de uma escola que acolha e atenda as diferenças. E não faça a segmentação dos seus alunos por categorias e sim a inclusão como um todo, respeitando as diferenças e acolhendo os indivíduos como sujeitos capazes de sua própria aprendizagem.

O professor do AEE necessita conhecer a realidade do aluno que é encaminhado para a sala de recursos multifuncionais. E o estudo de caso é o primeiro passo do conhecimento do aluno pelo professor do AEE. Nele é demonstrado o que se conhece do aluno.  Iniciando pelo sujeito, por sua história, seus anseios, suas vivências, seus saberes e seus desejos. Ao se tomar conhecimento das peculiaridades do ser humano que se vai atender, inicia-se o atendimento. E para que se efetive a ação deste atendimento o professor precisa ouvir as razões do encaminhamento do aluno, para a SRM. Também é necessário ouvir as queixas trazidas pelo professor, pela família e pelo próprio aluno. As informações são colhidas através de entrevistas e também, através de observações dos relacionamentos e aprendizagens do aluno em sala de aula. Todas as informações colhidas serão alvo do planejamento do profissional do AEE.

Numa segunda etapa, o professor do AEE analisa o tipo do problema que atinge o aluno. Podendo ser de origem cognitiva; de linguagem; do ambiente escolar, familiar ou cultural; de saúde e desenvolvimento físico; afetivo; social e de aprendizagem.

Com a coleta de todas as informações e meios para o atendimento na sala de recursos multifuncionais, o professor do AEE, realiza o seu planejamento. Nele serão propostas atividades que promovam o vínculo com o aluno e que sejam organizadas, situações de aprendizagem, a partir dos interesses e necessidades do educando. Também serão dadas opções de jogos que demandem desafios e que para suas soluções sejam usadas de diversas estratégias, baseadas em conhecimentos prévios, contextualizados pelos alunos.

É responsabilidade do especialista em AEE, criar estratégias pedagógicas e adequar materiais e espaços, para que o aluno disponha de todos os recursos disponíveis, para que junto de seus pares, em aula e em todo o ambiente escolar, realizar suas atividades, de acordo com Ropoli (2010).

Na organização do atendimento em AEE, o aluno será atendido de forma individual ou em pequenos grupos. O professor do AEE é o responsável em auxiliar o aluno a conhecer e se apropriar do uso das diversas tecnologias que dispõe, bem como de todos os materiais disponíveis na escola, de forma a ser instrumentalizado a aplicá-los tanto em sala de aula, quanto aos momentos de estudo em casa.

 Junto ao professor da classe, o professor especialista informa quais os melhores caminhos para a construção da aprendizagem do aluno. Juntos, definirão as melhores estratégias pedagógicas e recursos para favorecerem o educando na interação, com o grupo e na sua participação nos projetos e nas atividades escolares.

A avaliação do aluno será realizada durante o desenvolvimento do trabalho. O registro do desenvolvimento do aluno, durante o processo avaliativo, será feito de forma individual.  Verificam-se os resultados alcançados, reestruturando o plano de atendimento, onde for necessário.

 Para Amancio (2011) o plano do AEE contribuirá para o crescimento do aluno, de forma a promover o desenvolvimento da autonomia do sujeito, em busca da sua independência frente a toda e qualquer situação de aprendizagem.

REFERÊNCIAS

AMANCIO, Gigi. O atendimento educacional especializado para o aluno com deficiência intelectual. Disponível em: < http://gigi-amancio.blogspot.com.br/2011/06/o-atendimento-educacional-especializado.html> Acesso em 31/07/2013.
BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Inclusão: revista da educação especial, v. 4, n 1, janeiro/junho 2008. Brasília: MEC/SEESP, 2008.

BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Decreto nº 7.911, de 17 de novembro de 2011.
Ropoli, Edilene Aparecida et. al. A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: a escola comum inclusiva. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial. Vol. 1. Fortaleza: Universidade Federal do Ceará, 2010.